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Carta 182Março 2020

Comentário do gestor

Prezados Coinvestidores,

Vivemos dias históricos. A Pandemia do Coronavirus fez o mundo parar. E, como diz a capa da Revista The Econo-mist, enfrentamos um cálculo sombrioentre a vida, a morte e a economia.

Parece fácil dizer que a vida é a única escolha certa, mas não é tão simples. Quando nos damos conta de que até aqui já são 5 mil mortos e 10 milhões de desempregados nos Estados Unidos (1 para 2.000), podemos enten-der que eventualmente o impacto pro-longado da parada na economia pode-rá trazer custos maiores do que os benefícios. E esse é o lado da troca que ninguém está pronto para admitir, como diz o final do artigo “Covid-19, Um Cálculo Sombrio”, da The Econo-mist.

Os grandes líderes mundiais estão confusos. Alguns até resistiram às pa-radas, especialmente no Reino Unido, nos Estados Unidos e no Brasil. Termi-naram declinando pelo temor da su-perlotação dos hospitais e de não po-derem atender a todos infectados.

Agora, ao mesmo tempo em que os governos tentam preparar o sistema de saúde para atender a todos, ten-tam também atenuar os impactos na economia, com pacotes de ajudas que buscam atenuar os efeitos da parada.

O mundo já está em recessão e o se-gundo trimestre será de uma queda muito forte no PIB de todos os países, com aumento do desemprego, da ina-dimplência e com a insolvência de vá-rias empresas. Nunca tivemos uma situação como essa.

Como o mercado financeiro antecipa os acontecimentos, os índices acioná-rios tiveram fortes quedas. O índice Dow Jones teve seu pior trimestre da história (-23,20%). O Ibovespa teve seu pior mês em 22 anos (-29,90% em março) e o pior trimestre da história (-36,86%).

Muitas ações do Ibovespa caíram mais de 50% num intervalo de poucos dias. Juntas só as empresas de capital aber-to na Bolsa Brasileira perderam R$ 1,56 trilhão (R$ 1.560.000.000.000,00) em valor de mercado nos três primei-ros meses de 2020. A Petrobrás, que foi impactada pela queda de 66% no preço do petróleo, perdeu cerca de R$ 223 bilhões em valor de mercado, equivalente a uma Mineradora Brasi-leira, a VALE!

Sabemos que todas as crises passam, que essas empresas continuarão a existir. Mencionamos esses números com o intuito de que todos entendam a dimensão do impacto da parada nas expectativas dos investidores em rela-ção a economia.

Esperamos que a parada consiga atin-gir o objetivo, que seja o mais breve possível, e que logo possamos voltar a normalidade. Acima de tudo, espera-mos pela descoberta de um tratamen-to, que seria a maneira mais rápida de dissipar o medo nas pessoas, e a eco-nomia voltar mais rápido.

Como nos saímos na Vokin nesse perí-odo?

Tem uma frase que diz: “Espera o me-lhor, mas prepara-te para o pior!” Nós nos preparamos e, dentro do possível, conseguimos amenizar as perdas, já que nessas horas o mais importante é cair menos, para poder voltar mais rápido depois.

Estamos trabalhando como nunca, analisando a situação diuturnamente, conectados pelo Microsoft Teams, debatendo e tomando decisões cole-giadas diárias, atualizado Valuations com novas premissas e pensando em todas as formas de melhor proteger o patrimônio a nós confiado, que está junto com o nosso.

Podemos dizer que nessa tempestade também estamos com o barco avaria-do, mas muito melhor do que a maio-ria. Enquanto nossas perdas momen-tâneas são próximas de metade da média, sabemos que muitos fundos de ações foram dizimados com perdas de mais de 50%. Mesmo muitos fundos multimercados tradicionais tiveram seu pior mês da história.

Depois da tempestade vem o tempo bom! E estamos preparados para sair fortalecidos dela.

A melhor hora para comprar ações é quando elas estão em liquidação. Al-gumas das melhores e maiores empre-sas do Brasil estão valendo metade do que valiam há menos de dois meses. Vamos em frente!

Muito obrigado pela confiança e por estarem juntos conosco!

Economia

Que tipo de pandemia é essa – II?

A incerteza científica sobre o comportamento do COVID19 acabou por contaminar as decisões dos gestores públicos ao redor do mundo e o que vimos nos últimos dias foram diversas iniciativas que vão desde a proibição total de funcionamento dos negócios, fechamento de fronteiras, restrições de circulação e uso de espaços públicos até aqueles que simplesmente não fizeram intervenção. Como o cenário dessa pandemia é novo (o último, ocasionado pelo H1N1 de 10 anos atrás, não se assemelha ao atual), toda e qualquer experiência vale para testar a melhor forma de se combater um vírus que se espalha de forma rápida, é assintomático, difícil de testar em massa e é mortal para pessoas mais idosas e/ou que tenham problema de saúde. Além disso, não se tem comprovação que uma pessoa ficou imune depois de ter contraído o vírus e se recuperado, o que alimenta a tese de se ter uma segunda onda de contaminação no futuro. Independente desses aspectos técnicos, das medidas que foram adotadas para o enfrentamento do vírus e do antagonismo criado entre vida e economia, minha função é trazer uma luz na avaliação dos impactos que a ação dos Governos terá sobre a sociedade, obviamente, com foco em economia. Como ponto de partida vamos analisar o que aconteceu com a atividade produtiva na China em janeiro e fevereiro, uma vez que foi o primeiro país a tomar atitudes de lockdown total para conter o vírus (as restrições foram mais severas em Wuhan, mas também com algumas restrições em outras regiões do país). Os efeitos não ficaram restritos a região de origem do vírus, e a produção industrial do país caiu 13,5% na comparação de jan -fev/20 sobre jan-fev/19. O que chama atenção é a diferença de acordo com o perfil das empresas, sendo -7,9% para as estatais, -14% nas de capital misto e -21% nas de capital estrangeiro. Como esperado, algumas indústrias voltadas para itens que foram usados no combate ao vírus tiveram forte crescimento, como foi o caso da produção de máscaras (+127%) e álcool gel (+15%) ou então de alimentos que poderiam ser estocados, como carne congelada (+13%) e macarrão pronto (11,4%). No setor de serviços os impactos mais significativos ocorreram no comércio com queda total de 20% (jan-fev20 sobre jan-fev19). Mas aqui vemos um comportamento interessante e que pode se consolidar no futuro nesse setor. As vendas on-line, por exemplo, que representam 21% do total das vendas do setor, caíram apenas 3%, sendo que as vendas de bens chegaram a aumentar 3%. E, tal como esperado, as vendas relacionadas a itens que a população precisa para fazer enfrentamento de uma situação de crise como essa tiveram aumento na demanda, como alimentos +9,7%, bebidas +3,1% e produtos médicos +0,2%. Por fim, temos o comércio exterior. Para o período considerado, as importações caíram 2,4% e as exportações 15,9%, muitas dessas pela incapacidade das indústrias de produzirem e entregarem os produtos no período do lockdown, o que afetou a cadeia produtiva de todo o resto do mundo (início do choque de oferta em outros países). Muitos desses impactos ainda serão sentidos nos próximos meses, não só pelo efeito renda derivado do lockdown mas, também, pela paralisia da economia mundial. Como a China tem uma forte relação comercial com o resto do mundo, mesmo com os esforços do Governo em fazer a atividade econômica retomar, a demanda por produtos Chineses será menor e isso vai gerar um cenário de lenta recuperação. A roda da economia praticamente parou e, para faze-la girar novamente é preciso muito mais tempo do que recursos. Tempo para dissipar as incertezas que as pessoas terão sobre o emprego e tempo para se adaptar ao comportamento anterior (mesmo que se anuncie o fim do vírus, muitos ainda ficarão receosos em frequentar determinados lugares). Ambos fatores irão afetar as decisões de poupança e consumo o que, por sua vez, impacta nas decisões de produção e investimento. Isso me leva ao ponto de preocupação mais importante para o futuro: quando é que colocaremos um limite para a atuação dos Estados na elevação de gastos para o enfrentamento dessa crise? Não seria o momento de deixar a economia se ajustar a uma nova velocidade de circulação da moeda, com juros mais baixos e mudança de hábito de consumo e de trabalho e que pode ajudar a limpar possíveis alavancagens criadas pelo ciclo anterior? Estamos assistindo a uma alavancagem perigosa no setor público, que está viciado em fazer a economia crescer a qualquer custo. Ao se endividar fortemente, os Governos comprometem nosso futuro e a capacidade de gerar bem-estar para as próximas gerações aumentando as desigualdades, em especial nos países mais pobres. Se olharmos a floresta, ao invés da árvore, concluiremos que o Estado está mais atrapalhando do que ajudando.

Vokin GBV Aconcágua

Comentários dos Gestores

Em março o Vokin GBV Aconcágua fechou com resultado de -14,03%, en-quanto o Ibovespa fechou com -29,90%.

O crescimento do Coronavírus no mundo se deu concomitantemente à percepção por grande parte da população e dos governantes da gravidade da situação que vivemos. Apesar da iminência do avanço da doença e da impossibilidade de contê-la sem medidas drásticas, o fato de nenhuma pessoa de nossa geração ter vivido uma pandemia dessa magnitude pode ter contribuído para a demora e uma posterior deterioração tão rápida das expectativas. Os exemplos históricos não eram muitos, mas a gripe espa-nhola de 1918 já havia acometido uma sociedade com um nível razoável de conhecimento científico e organizada do ponto de vista político e econômi-co em alguns lugares, como nos EUA, onde lockdowns foram implementa-dos à época. A atual situação levou a uma mudança muito grande no dia a dia da maior parte da população mundial e, com isso, muitas ações emer-genciais precisaram ser pensadas e executadas de forma muito rápida, desafiando as áreas da saúde e economia de todos os países. A OMS decla-rou pandemia no dia 11/03.

Como já havia acontecido na crise de 2008 e por não necessitar de aprova-ções parlamentares, os BCs foram os primeiros a agir, e o corte de juros surpresa implementado pelo FED em 03/03, assim como o segundo corte, que levou a taxa a zero, em 16/03, tiveram impacto negativo sobre as bol-sas por serem interpretados como um sinal de que a autoridade monetária poderia ter informações mais precisas de números ruins da economia que estariam por vir. Na sequência, com a percepção de que a parada da econo-mia seria mais longa, ficou clara a necessidade de estímulos fiscais, princi-palmente de proteção ao emprego e renda, porém essa percepção se deu aos poucos. Em menos de 15 dias, Trump passou de US$50bi, para US$1tri e acabou aprovando, junto ao congresso, US$2tri de estímulos. No Brasil, em curto espaço de tempo saímos do primeiro anúncio de R$147bi para mais de R$400bi até o final do mês.

Os casos da doença no mundo saltaram de 87 mil para 858 mil no mês, o índice de letalidade (ainda com efeito da defasagem de medições) ficou estável ao redor de 5%, e o foco da pandemia passou da Europa para os EUA – que atingiu 188,5 mil casos – com situação muito grave em Nova Iorque. Vimos também a estabilidade de novos casos na Itália depois de 2 semanas do início do lockdown e o crescimento de casos no Brasil de 2 para 5,3 mil. A preocupação nesse momento se dá pela falta de produção e insumos para testes e materiais e equipamentos hospitalares, que pode agravar a contaminação e letalidade e estender lockdowns para além de abril.

Conforme falamos na carta passada, com o receio que tínhamos do espa-lhamento da doença, fizemos 20% de caixa e chegamos a atingir 28% com a venda que fizemos da posição de Tietê, após a Eneva fazer uma oferta pela empresa num valor acima de nosso target. Também possuíamos quase 25% do portfólio em ações de supermercadistas (Pão de Açúcar e Carrefour) e 15% em ações de empresas exportadoras (SLC e Bradespar), que tiveram papel importan-te na defesa da carteira e permitiram uma queda de menos da metade do índice Bovespa no mês. Com as quedas fortes que aconteceram passamos a comprar um pouco mais e terminamos o mês com caixa próximo a 10%, além de termos trocado posições, comprando algumas empresas que gostamos muito e que caíram mais do que outras que tínhamos.

Em abril devemos ter um aprofundamento da discussão do pós lockdown total, com estratégias sendo debatidas para essa “fase 2”, que deve envolver uma restrição vertical (parcial) da população. São inúmeras também as estratégias de testagem, monitoramento da população, atendimento hospitalar, entre outros pontos importantes que vão ser decididos. Essa fase deve ser ainda mais impor-tante que a primeira, já que ela envolve muito mais capacidade de coordenação e implementação, e deve ser o fator que vai diferenciar os países que se darão bem dos que terão problemas na saúde e também deve determinar o tempo e a extensão da recessão em cada país.

Vokin K2 Long Biased FIA

Comentários dos Gestores

Em março, estes foram os principais fatos ou comunicados ao mercado das empresas dos Fundos:

SANEPAR: adiou, pelo período de 90 dias, a cobrança de água e esgoto para os clientes cadastrados na categoria Tarifa Social, no qual estavam cadastradas 184 mil famílias, cuja tarifa média é de R$ 15,56 ao mês e que consomem até 5m³, em medi-da para enfretamento da crise COVID-19. A forma de equaciona-mento será definida futuramente pela Agepar. 

PÃO DE AÇÚCAR: celebrou contrato de Sale and Leaseback com os fundos administrados pela BRL Trust e TRX Gestora, tendo por objetivo a venda de 43 imóveis do GPA, com área de 541 mil m² de terreno e de 295 mil m² de área construída, pelo valor total de R$ 1.2 bilhão. Os contratos serão celebrados por 15 anos, renováveis por igual período, com um aluguel de R$ 24/m², perfazendo um cap rate de 6,85% na operação. A compa-nhia objetiva, em linha com a estratégia de monetizar ativos maduros, reduzir sua dívida líquida, reforçar a estrutura de capi-tal, aumentar o retorno sobre o capital empregado (ROIC) e acelerar a conversão de lojas da bandeira Extra Hiper para a bandeira Assaí.

PETROBRÁS: colocou à venda a participação remanescente de 10% na NTS (Nova Transportadora do Sudeste S.A), compa-nhia que atua no setor de transporte de gás natural, com capaci-dade para transportar 158,2 milhões de M³ / dia, representando aproximadamente 54% do total nacional, e um sistema de gaso-dutos de cerca de 2 mil km. A companhia já tinha vendido 90% de sua participação em 2016 para um consórcio liderado pela canadense Brookfield, em uma transação de aproximadamente US$ 5.2 bilhões. 

SER EDUCACIONAL: postergou o reinício de suas atividades presenciais em função da crise sanitária atual, e disponibilizou os prédios de suas instituições de ensino superior aos governos estaduais e municipais para serem utilizados como ponto de apoio para profissionais da saúde. Neste mesmo período, as aulas estão sendo ministradas remotamente por meio da Sala Ser Digital.

AMBEV: retirou sua projeção dada em 27/02 para o EBITDA do negó-cio de cervejas no Brasil, no qual já esperava um declínio entre 17% e 20% no primeiro trimestre de 2020, bem como qualquer outra expectati-va para 2020, dados os impactos causados pela pandemia COVID-19.

VALE: reforçou sua estrutura financeira ao desembolsar US$ 5 bilhões de suas linhas de crédito rotativo, com vencimentos para 2022 (US$ 2 bi) e 2024 (US$ 3 BI), para atravessar a crise COVID-19. Em relação às opera-ções, a Companhia decidiu paralisar temporariamente seu centro de dis-tribuição na Malásia, pois não é possível garantir os recursos mínimos para operar com segurança o terminal. O impacto estimado nas vendas é de aproximadamente 800.000 t no 1T20.

Vokin Everest FIC FIM

Comentários dos Gestores

O início de 2020 ficará marcado na história pelo avanço de um vírus que, em pouco mais de três meses desde seu primei-ro registro, se alastrou como pandemia, infectando mais de 1.000.000 de pessoas e com mais de 50.000 mortes (números oficiais). O rápido avanço na Europa, principalmente na Itália, levantou um alerta para diversos países que ainda contabili-zavam poucos casos, mas que começaram a incentivar medi-das de distanciamento social e fechamento de uma série de atividades comerciais. Essa espécie de quarentena em nível mundial vem causando uma paralisação em diversas cadeias produtivas, levando a uma contração econômica talvez simi-lar apenas aos de períodos de guerra.

Como consequência dessa preocupação com a doença e os profundos impactos econômicos que serão sentidos com essa interrupção na atividade, os mercados financeiros tiveram dias de pânico, com as bolsas apresentando quedas significa-tivas e a volatilidade atingindo picos históricos. Os bancos centrais e os governos de diversos países atuaram de forma bastante rápida com redução de juros (no Brasil a Selic foi reduzida para 3,75% a.a.), aumentando a liquidez no sistema financeiro e, principalmente criando suporte financeiro para uma parcela significativa da população que ficou sem renda. A bolsa encerrou com uma das maiores perdas mensais da história (Ibovespa com -29,90% no mês), forte alta do dólar contra o real (15,56%,) e abertura das taxas de juros reais (levando à queda de -6,97% no IMA-B no mês).

O Everest teve impacto significativo em meio a este cenário, ainda que alguns fundos tenham apresentado um desempe-nho excelente, outros que estavam com viés mais otimista e que detinham maior exposição à renda variável apresentaram quedas relevantes. O Everest encerrou com queda de -4,61% no mês ante alta de 0,34% do CDI, acumulando queda de – 5,09% no ano, ante 1,01% do CDI. As maiores perdas vieram dos fundos Exploritas Alpha (-37,53% no mês), Infinity 8 (-31,77%) e Pandhora Long Biased (-19,89%). Os melhores desempenhos foram de fundos multimercados que detinham principalmente posições aplicadas em dólar (contra diversas moedas) e operações em juros no Brasil e exterior, destaque para o Itaú Hedge Plus (+9,74%), Gá-vea Macro Plus (+3,64%) e Ibiúna STH (+3,26%).

Ainda em fevereiro efetuamos resgates de alguns fundos com o ob-jetivo de reduzir a volatilidade do Everest, porém foram parcialmen-te liquidados em função dos prazos de liquidação. Em março foram feitos outros importantes ajustes na carteira, com resgate total dos fundos Paineiras Hedge, Exploritas Alpha e Garde D’Artagnan, dado que consideramos seus resultados não condizentes com o nível de risco. Foi efetuado aumento na exposição ao fundo Quantitas Arbi-tragem, aproveitando uma janela de reabertura, assim como uma nova posição, ainda pequena, direcional em juros reais (NTN-B 2035), aproveitando a abertura nas taxas.

É evidente que não estamos satisfeitos com os resultados do fundo neste primeiro trimestre, porém, de certa forma, compreendemos que estamos passando por um momento talvez sem comparativo na história. Foram feitos ajustes na carteira, que deverão ser seguidos de mais algumas avaliações, mas seguimos confiantes na capacidade dos gestores gerarem resultados acima do CDI no longo prazo, inde-pendente da “direção” do mercado financeiro no curto prazo.

Todas as atenções em abril vão continuar para o acompanhamento das curvas de evolução do contágio principalmente nos países de-senvolvidos mais afetados, assim como no Brasil. Será a estabilidade, ou eventual redução, na velocidade de novos casos que deverá sinali-zar um gradual início de retomada da atividade econômica em cada país. Além disso, maiores avanços com relação a um tratamento efi-ciente para a doença também contribuirão para a retomada da confi-ança da população.

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